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10/04/2013

Do virtual para o real

Exames de enterotomografia e de colonoscopia virtual (espécie de endoscopia virtual do intestino grosso) permitem a avaliação detalhada do intestino, reduzem desconforto para o paciente e, principalmente, auxiliam no diagnóstico e no planejamento terapêutico A avaliação das doenças intestinais avançou em décadas recentes por conta da introdução de métodos endoscópicos, como a colonoscopia para avaliação de intestino grosso e cápsula endoscópica para a avaliação do intestino delgado. Entretanto, nem sempre a condição clínica do paciente permite esse tipo de abordagem. Mas, com o avanço de aparelhos de tomografia computadorizada e de softwares específicos, já é possível oferecer investigações "menos invasivas" e que possibilitam um estudo seguro das alças intestinais mesmo em situações clínicas desfavoráveis ao exame convencional. Hoje podemos utilizar a colonoscopia virtual, que é uma metodologia em que princípios de realidade virtual são agregados às imagens adquiridas em aparelho de tomografia multislice de alta precisão, para possibilitar ao médico a "navegação" pelo interior de todo o intestino grosso, como se uma sonda estivesse percorrendo o órgão (a exemplo de uma colonoscopia convencional). O médico radiologista do Multiscan, Richard Volpato, explica que esse novo método não exclui os exames tradicionais. “A colonoscopia convencional ainda é a primeira opção, pois durante o procedimento é possível fazer eventuais biópsias e retirada de alguma lesão. “Mas, para os casos em que a colonoscopia ficou incompleta ou é contra-indicada por condições clínicas, a colonoscopia virtual é a melhor alternativa. Nessas situações, a vantagem do método virtual é a visualização de toda a extensão do intestino grosso, mesmo em casos onde estreitamentos ou outras limitações anatômicas impedem que a colonoscopia convencional o faça de maneira completa, além de ser menos invasiva e poder ser utilizada nos casos em que a colonoscopia convencional é contra indicada devido ao estado geral debilitado do paciente. Para o intestino delgado Da mesma forma, estudo direcionado com tomografia computadorizada seguida de reformatações multiplanares em programas específicos de computador, chamado de enterotomografia, é capaz de avaliar o intestino delgado. A enterotomografia pode ser utilizada como investigação inicial por método de imagem em uma série de doenças do intestino delgado, sobretudo em pacientes com a doença inflamatória conhecida como Doença de Crohn. Richard Volpato explica que a enterotomografia é a alternativa inicial para a avaliação de pacientes com sangramento nas fezes de natureza obscura, em que os exames de endoscopia digestiva alta e de colonoscopia não apontaram as causas do problema. Nesses casos, há grande probabilidade de se tratar de doença no intestino delgado e a enterotomografia pode auxiliar o especialista a estabelecer condutas que de outra forma poderiam demorar muito tempo para chegar ao diagnóstico. Segundo pesquisas, a falta de uma investigação padronizada e eficaz faz com que a causa de um sangramento digestivo de natureza obscura demore, em média, dois anos para ser diagnosticada.

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